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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Renovação de contrato


O destino não cumpriu nosso tratado
Era pra nunca mais termos nos encontrado
Não quero vacilar quanto ao destino conquistado
Então não coloque dúvidas ao que deve ser amado.

Que alguém me ouça e não deixe isso acontecer
Porque se eu o tiver por perto vou enlouquecer,
O único a quem eu quis inteira pertencer,
O primeiro que sem querer me fez me sofrer.

Será que estão me ouvindo aí em cima?
Mesmo que eu peça não o coloque na minha linha.
Deixa eu matar esse sentimento idiota a cada rima,
Ou admira o fato dessa doença que me termina?

Deus, eu sei que não estou assim tão raivosa.
É que mesmo não sendo nada ainda fico nervosa!
Sabes que odeio essa sensação embaraçosa
E acabo tecendo de novo a mesma prosa.

Me faz Você agora uma promessa
Não me deixe vê-lo nem depressa.
Poxa, já lhe fiz esse pedido abessa,
O que não tiver fim, por favor, nem começa!

Um encontro de repente


Passei pelo caminho sem pensar ou desejar você
Foi o maior tempo que consegui te esquecer.
E como não poderia ser diferente
Você se materializou na minha frente.

Tão rápido eu te vi
Que nem sei o que senti
Nosso olhar foi tão intenso e direto
Que instantaneamente lembrei que te quero.

Nem deu tempo de dizer oi
Só se perguntar "por que não nos foi?"
A beleza da qual lembravámos se tornou descomunal
E questiono como abala fácil meu habitual?!

Tem tantas coisas desse pequeno relance
Suficientes pra que meu sistema nervoso avance
Mas o que mais me tira do sério
É não saber qual seria nosso mistério.

Eu conheço sua cara e sei o que pensou
"Por que foi que a coragem me faltou?"
E é tarde pra obter uma resposta
Porque você já foi, levando alguém embora.

E eu estou aqui sem saber direito o que sinto
Se choro enquanto sorrio acho que minto
Por outro lado nenhuma lágrima cai do meu rosto.
É tanto tempo que acho que nem sei mais o gosto!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Tão perto e tão longe


Bem ali, na minha frente.
E sei que não falará comigo.
Arriscaria algo inconsequente,
Mas me ignoraria como castigo.

O nervosismo é o mesmo, se pode
Ou ainda maior, pois nada posso.
Meu corpo parece que explode
Queria que não, mas ainda gosto.

Talvez esteja tendo os mesmos pensamentos
E como eu resistirá o próprio tormento
Nos fizemos vários juramentos
Apenas o da distância damos cumprimento.

domingo, 11 de julho de 2010

Das palavras à voz (2ª parte)


Porque me fez dizer todas aquelas palavras
Olhasse no meus olhos, isso já bastava.
Arrancou da minha boca dizeres que eu desconhecia
As frases eram confusas, mas retratavam o que eu sentia.

Eu não sabia direito quais palavras usar
Então usava todas sem nem ao menos pensar
Não me pergunte o que sinto
Posso me enrolar, mas nunca minto.

Pra que quereria saber
Algo que não pretendia viver?
Acho que não tinha idéia da profundidade de amar
Sua coragem era pouca pro que tínhamos que enfrentar.

Não danço mais sua música displicente
Fico triste, pois ainda assim meu coração entende.
E por isso não te ressente
E te mantem como algo permanente.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Decidido está


Vou deixar que a alegria me domine
Peço a saudade sua que não me recrimine.
Te guardarei no fundinho da alma
Peço a lembrança, tenha calma!

Vou te expulsar do mérito das minhas conquistas.
Peço a suas que não barrem as minhas atitudes alienistas.
Te ignorarei em todo o meu pensamento
Peço que subscreva este firmamento.

Vou curtir um pouquinho do que é só meu
Peço ao seu olhar que não se comporte como ateu.
Te vedarei num canto escuro do meu coração,
Peço que faça como eu fiz, crie uma ilusão!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Despedida


Quantas vezes te mandarei ir?
Algo tão simples que eu não quero conseguir.
Não existe nossa vida!
Da minha mente você já está de partida.

Eu não deveria olhar pra trás.
Quero ter a certeza que aqui jaz
Seu corpo no meu-
E saber o quanto se arrependeu.

Já atravessei tantas vezes essa ponte.
Pra trazer você de volta, talvez isso não conte.
Se me quissesse ficaria sem medo
Porque nada disso é segredo!

Estava na nossa cara,
Estampado de todas as cores a tara!
Estava tatuado nas nossas manias
Que nos amarmos era a verdadeira alegria!

Por boas maneiras te peço...


Desculpa, mas não posso mais aceitar sua vida na minha.
Sua presença no meu pensamento é praticamente vazia.
Procure o que fazer.
Não posso mais ficar com você.

Perdoa se mais uma vez estou sendo insensível
Tudo o que eu queria era que se tornasse invisível.
Me deixe em paz.
Não posso me ater ao se ou ao mas.

Lincença, preciso acertar o meu tempo
Pode não parecer, mas eu lamento.
Vai embora daqui.
Não posso mais sofrer por ti.

Por favor, faz o que estou te pedindo.
Tenha compaixão pelo que estou sentindo!
Só fingi que não me viu.
Não quero ter certeza de que existiu.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

De quem é a culpa?


Sei do que está falando
Eu estava lá te amando!
E era real da minha parte
Arrisquei a ter um enfarte.

Meu coração é fraco!
Embrulhado num saco
Ainda batendo apressado
Por quem se diz meu amado!

Cale a boca de besteira!
Mesmo que não queira
Que não admita nossa vida
Será para sempre querida!

Tão bons nossos momentos
Não se fingem nem querendo.
Só não foi mais real
Porque alguém de nós foi desleal.

E não fui, nem você
Nem vale a pena saber
Nós também não lutamos,
É justo! Então é isso, vamos...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O fim da nossa música


Eu ouvi a nossa música e não fez nenhum sentido
Acho que nossos momentos e o seu rosto estão perdidos
Em algum lugar da minha memória sensível
Mas no meu coração já é indetectível!

Não tenho mais que chorar por nenhuma nota
Nenhuma dessas palavras me retorna à derrota
Aliás nós sabemos que eu não perdi nada
Você que perdeu ao não fazer de mim sua amada!

Eu fiz muito pelo que queria, e era você.
Passado, sim. Só sabia me enlouquecer
Alguém como eu não é para você
Tem que fazer muito mais que me enlouquecer.

Já era, pega seu violão e vai!
Quero um homem e não um pai!
Se faça de santo em outro lugar,
Espere lá o que tiver que esperar.

Mas ouça nada muda sem que a gente mude primeiro
É tolice dedicar ao receio um dia inteiro
Pare de compor sonhos nessas linhas
"Viva do que quiser" essa é a herança minha!

Porque eu já fui dessa pra uma muito melhor
Quando a música acaba sabe-se o refrão quase de cor
E o rádio não fica mudo
Outra canção, que seja outro o meu mundo!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Enquanto tento te dizer adeus


A chuva lava o que venho tentando encobrir
Cada gota transparece facilmente o que tanto quis omitir.
Estou tão cansada de pedir
Já disse tantas vezes vá se quiser ir.

Posso não conseguir esquecer,
Porém não será por isso que irei morrer
Há coisas mais importantes pra se fazer
Do que passar a vida tentando te entender.

Nem mesmo você acredita nos seus motivos
São tão inacreditavelmente vagos quanto ridículos
Aprenda a controlar seus próprios estímulos
De forma que não atinjam os meus instintos.

Faça isso, volte covardemente para o que conhece
Finja que pesar algum permanece
Vou acreditar se atuar como se eu não te quissesse
Não é sempre assim que faz quando quer abster-se?

Relaxa, a culpa não é sua se ainda te amo
Se interpretei como destino o que era engano
Se minha fé tornou-se tão grande a ponto de ser insano
Eu é que peço-lhe desculpas se parece que reclamo.

Mas hoje a chuva nos deixou nus
Vê-se claramente a confiança que pus
Na mesma medida que me exigiu e não fez jus,
Ficou aí sem fazer chus nem bus.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Xeque-mate


Olha bem pra mim e diz do que sinto falta?
De nada, porque o que eu quero nunca tive.
O que sinto é vontade e não falta
Não posso resistir ao que não tive.

Porque você foi a minha única referência
Não significa que tenha que cumprir uma sentença.
Já não é mais meu problema
O enredo desse esquema.

Não sou mais a doce e inocente menina
Curve-se rei diante da Rainha.
Pode até tentar se proteger ou me ferir
Contudo será inútil me atingir.

Vá e não olhe pra trás para me ver chorar
Porque nem uma lágrima sequer vou derramar.
Eu sei, não vou mais te ver
Mas quem perdeu foi você.

Olha bem pra mim e diz do que sinto falta?
De nada, porque o que eu quero nunca tive.
O que sinto é vontade e não falta
Mereço ter a felicidade que nunca tive.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Lembranças (apagando...)


O céu azul me mostrou um rosto conhecido
Alguém... não sei quem... devo ter esquecido.
O meu coração bate tão bem,
Mas se não está aqui não deve ser ninguém.
Ainda assim não explica o que estou sentindo.

Lembranças sem fatos
Sentimentos não revelados
Não lembro se aconteceu
Ou se eu apenas sonhei.

Há uma certeza incerta
Pelo que agora me deperta
Que o amor é um estado
Sem tempo futuro nem passado.

Em mim desde sempre esteve gravado
Seu nome, seu jeito, sua vida, seu retrato.
Não sei se você já veio, não sei onde está
Muito menos se vai voltar.
Porque não sei quem é você.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Corro, pois...


Eu corro pra não te ver passar.
Corro porque me ajuda a não pensar.
Rápido, pulando e sem respirar
Nenhuma ilusão vai me enganar
Porque não há nenhuma.

Não me sobra ar suficiente,
Todo ele é consumido fisicamente.
Sua imagem se projeta a minha frente
Corro ainda mais rápido, imediatamente.
E não há miragem nenhuma.

O corpo não resiste muito tempo,
Diminuo o ritmo por um momento.
Logo sinto que passou por mim como o vento
Sem evidências visuais apenas por intento
De deixar meu coração no silêncio.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Uma última palavra


Não jogue as fotos da sua felicidade na minha cara.
Convença a si mesmo de que não precisa mudar nada.
De que está melhor sem minhas loucuras
E que não sente falta alguma das agulhas.

Conto de fadas dura até a realidade bater na bunda.
Não demora muito, após the end você afunda.
De maneira nenhuma usarei mentiras pra te confundir
Amo na verdade pra que seja possível construir.

Admira minha coragem, minha sinceridade
Porque não a vive tornando-a tua verdade?
Me ferir com suas poses te faz acreditar mais?
Expô-las ou Guardá-las pra mim tanto faz!

Só prova que não me esqueceu
Que ainda pensa ser meu!

Nossas verdades


Ok, havia me esquecido
Não lhe mereço.
Eu havia mentido
Pra mim mesmo sobre quem eu era.

Tentando apagar o que me disse
Antes que me repetisse
Fiz coisas que eu não faria
Esperei pelo que não viria.

Ok, nada seria conveniente
Você procurava outra coisa.
Manteve isso em mente
Resistiu quase sem forças

Ao que eu te pedia
Antes que seu corpo dissesse que queria.
Fez coisas com que sonhou
Prometeu pelo que imaginou

Ok, algo faltou pro grande final
Mas, agora não faz mal.
Verdade impotente
Não dura tempo suficiente.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Desertar


Acho que já estou pronta
Pra ser quem você disse que eu era.
E viver a vida que eu mereço
Que você não pode me dar.

Obrigada por pensar em tudo!
Em tudo o que preciso,
onde conseguir e a quem recorrer.
Só não sei como superar a falta de você!

Me proteger?
Que nada!
Apenas foi covarde e egoísta,
Exatamente nessa ordem.

Leva suas coisas daqui.
Leva as lembranças que eu tenho de você
e os planos e os sonhos
E tudo o que estiver no meu pensamento.

Não deixe nada para trás,
nem as coisas boas.
Afinal, são apenas mentiras!
Mentiras frias, suas e não minhas.

Depois que bater a porta
Jogue a chave fora
no mato, no rio, sei lá.
Queime a casa e vá.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Recompensa


Qual é o meu prêmio
Por tentar de verdade te deixar aí
No passado, no fim?

Mudei meus horários
Pra não te encontrar por acaso
E não suportar seu completo descaso.

Não irei te ver mais
Dizer adeus ou só ir tanto faz.
Só quero um dia poder me ver em paz.

Olho no espelho e acho que enlouqueci
Quero o que já é, você longe de mim.
Não basta jogar fora precisa se partir.

Dessa vez eu juro é muito sério
Nesta história já não há mais nenhum mistério.
Preciso sair e construir um novo império.

Onde eu possa reinar
Será minha recompensa
Finalmente poder amar!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Meu silêncio


Eu não esqueci seu nome,
Apenas não sei mais como dizê-lo.
Os sonhos não são mais razão suficiente
Faço que não existe já que não posso tê-lo.

One, two, three, four, five.
As letras dançam sob meu olhar.
Five, four, three, two, one
Junto todas as cinco e quase chego a pronunciar.

Ninguém vai me ouvir
Te chamo então, só no silêncio.

Ouço lhe chamarem
E não é você.
Leio seu nome numa lista
e não é sobre você.

A, B, C, D
Só te queria por uma vez
D, C, B, A
Como numa cena de filme inglês.

Acho que vou enlouquecer,
por te chamar só no silêncio.

terça-feira, 23 de março de 2010

Depois de sonhar com você


Meu pensamento voa pra perto de você.
Viajo nesse sonho querendo amar você.
Te vejo, te quero, te beijo,
Te amo e nada diminui o meu desejo.

Sei que não posso ter você
E não há ninguém no mundo que eu possa querer
Ficar sozinha só me faz enlouquecer
Mais e mais por não saber desistir de você.

Me dá raiva, sinto vontade de chorar.
Um tapa, um soco só iriam me excitar.
Te odeio sem saber te odiar.
O que sinto é amor e raiva por não poder te amar.

É nessa hora que eu acordo
Sem ter idéia de onde estou.
Choro, grito, sorrio e me revolto
Não consigo aceitar que nada restou.

Você passa por mim e faz que não me viu.
Tudo o que me disse nunca sentiu?
Se tratava apenas de um dever machista
Pra alimentar sua pornografia virtual e de revista!

Eu pensava que soubesse o que estava fazendo!
Não você, eu não sabia o que estava acontecendo!
Está certo, era pra ser apenas uma aventura
e mesmo que o fosse não me desmonstrou nenhuma bravura.

Ok, covardia! Coisa de homens tímidos.
O que eu mais detesto e em você é lindo.
Eu deveria me crucificar
Eu deveria te enterrar.

Não posso, o divino não permitiria.
Você só me mata dia-a-dia
Porque foi você que despertou a minha vida,
Me fez olhar o que eu já não via.

De onde estiver muito obrigada!
Com quem estiver trate-a bem.
Te agradeço por tudo e por nada.
Por me amar e me abandonar de madrugada!

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