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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Sentimentos quebrados


Taça quebrada, eu pisando nos cacos...
O exterior me colocando pra dentro de mim
Encontro sentimentos meus estilhaçados
A cada parte que ouso retirar do capim

Águas vertem dos olhos que nada veem
Alegrias, agora, funcionam como dor
Por motivos que eu não sei bem
Perco nas canções tudo o que sei de amor

O beijo que toca minha boca é seu
A saudade velando minha mente confusa
Gentilezas de outro lugar quando me doeu
Mas não me é compatível o modo como as usa

Corto os dedos tentando compartilhar os cacos
Sem compreender o exterior me fere ainda mais
Transcrevo no peito meus versos quebrados
Aos poucos, sem entender, vou alcançando a paz!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Canção d'alma


Meu espírito se exalta de alegria
Dança nossa canção em completa euforia
Nossas almas se amam
Todos os anjos nos cantam

Tudo em mim se sente mais ou menos assim
Dançando ao som da flauta de um querubim
Solos de tambores arrebatam meu coração
Que espontaneamente compõe os versos dessa canção

Desculpem-me se os passos forem bobos
Meus dizeres simplesmente tolos ou poucos
Qualquer declaração será pequena diante do que emano
Sempre parecerá pouco dizer que te amo!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Canção em êxtase


Ouço uma sinfonia de arcanjos
Sinto em mim a luz de Deus cantando
Expressões de glória se intensificando
Refletindo a beleza da gente se amando

Alegria pra mim é te ver enxergar o céu
Que tento, em vão, descrever no papel.
Felicidade a minha sentir na sua boca o mel:
Tocamos nossas almas, alcançamos o céu.

O prazer geme em todo lugar
Sem contenção, sem muito o que explicar
As juras de amor já sabem constelar
Em qualquer hora, em qualquer lugar!

E a música é a alma quem canta
Regendo o amor num uníssono mantra
Em cada nota há um novo que se levanta
Rumo a esperança que nossa poesia canta!

terça-feira, 27 de julho de 2010

A velha canção


Agora estou ouvindo aquela música com que eu te chamava
Gritava várias vezes o refrão "Don't leave me", não me escutava!
Senti pena de mim neste momento deveras nostálgico
Eu acreditava que repetir espantaria o fim trágico.

Não só tinha fé como colocava tudo de mim nesta missão
Impediria que você negasse novamente a própria emoção.
Escuto essas batidas e é inevitável não recordar
Minhas mãos estendidas pedindo pra você não me deixar.

Dá pra dançar enquanto ela não acaba
Mas com passos inconsistentes que não dizem nada.
Aquela crença foi a mais perfeita e sincera
O triste foi a eterna, nunca acontecida, espera.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O fim da nossa música


Eu ouvi a nossa música e não fez nenhum sentido
Acho que nossos momentos e o seu rosto estão perdidos
Em algum lugar da minha memória sensível
Mas no meu coração já é indetectível!

Não tenho mais que chorar por nenhuma nota
Nenhuma dessas palavras me retorna à derrota
Aliás nós sabemos que eu não perdi nada
Você que perdeu ao não fazer de mim sua amada!

Eu fiz muito pelo que queria, e era você.
Passado, sim. Só sabia me enlouquecer
Alguém como eu não é para você
Tem que fazer muito mais que me enlouquecer.

Já era, pega seu violão e vai!
Quero um homem e não um pai!
Se faça de santo em outro lugar,
Espere lá o que tiver que esperar.

Mas ouça nada muda sem que a gente mude primeiro
É tolice dedicar ao receio um dia inteiro
Pare de compor sonhos nessas linhas
"Viva do que quiser" essa é a herança minha!

Porque eu já fui dessa pra uma muito melhor
Quando a música acaba sabe-se o refrão quase de cor
E o rádio não fica mudo
Outra canção, que seja outro o meu mundo!

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