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quinta-feira, 17 de março de 2016

Seu, meu desejo


Não julgues mal meu jeito,
Pois não sei fazer direito.
Meus sentimentos são assim!
Nem eu os compreendo em mim.
Você que sempre os descobre
Para muito além de nobres.

Dessa vez é diferente
Especial demais pra gente.
Em você, ansiedade.
Em mim, racionalidade.
Ambos nos confundimos...
Às vezes nos ressentimos...

Forço-me ao máximo:
Deixando o egoísmo clássico;
Procurando te ler;
Em cada detalhe reconhecer
O quanto há de nós dois,
Mesmo aonde não se pois.

Apenas penso demais
Pois, me preocupo ainda mais
Quero tudo perfeito
Mais que causar, efeito
Não apenas por um dia
Mas por toda nossa vida!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Dos cacos à paz


Nada que o sal das minhas próprias lágrimas não possam estancar
Nada real que qualquer um precise urgentemente se importar
Fantasias...
Que a minha mente cria!

É um tudo que parece triste ao encarar pela primeira vez o meu olhar
Mas é um tudo verdadeiramente grato descobrindo como orar
Amor...
Que me protege sempre da dor!

Quase me afoguei em meu próprio mar ainda que absolvido da culpa
Quase tranquei as palavras na garganta e criei um novo objeto fuga
Mas...
Nossa união é a única que me traz paz!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Sentimentos quebrados


Taça quebrada, eu pisando nos cacos...
O exterior me colocando pra dentro de mim
Encontro sentimentos meus estilhaçados
A cada parte que ouso retirar do capim

Águas vertem dos olhos que nada veem
Alegrias, agora, funcionam como dor
Por motivos que eu não sei bem
Perco nas canções tudo o que sei de amor

O beijo que toca minha boca é seu
A saudade velando minha mente confusa
Gentilezas de outro lugar quando me doeu
Mas não me é compatível o modo como as usa

Corto os dedos tentando compartilhar os cacos
Sem compreender o exterior me fere ainda mais
Transcrevo no peito meus versos quebrados
Aos poucos, sem entender, vou alcançando a paz!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Eu nunca sei como cuidar da minha dor...



Me sinto especialmente confusa, perdida, temerosa...
Não espero que ninguém compreenda
E de forma alguma quero parecer tendenciosa
Juro que não sei de que minha lágrima se alimenta

Aceite minha garantia de que não há nada
Enlouqueço tão alto que nem eu sei como me preocupar
E com isso não ouso me fazer vitimada
Só queria calar as vozes que não param de falar

Apenas me segure em seu colo quando eu te abraçar
É quando eu sinto o universo inteiro junto a mim
Provavelmente chorarei, de novo, ao sentir seu olhar me abençoar
E conforme tudo que sinto e já senti, só poderia ser assim!

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