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terça-feira, 15 de junho de 2010

Nosso jogo é meu!


Quando atendi o telefone e ninguém respondeu
Eu sabia que era você!
Hoje não tinha como fazer que me esqueceu
Num dia assim vimos seu time perder.

Já que não me responde vou desligar.
Sua conversa acaba de ser impedida.
Te esqueço quando a bola começa a rolar
Cala boca! Vai começar a partida.

Te ultrapasso com dribles mais que belos
Intercepto seu lances sem engano
Depois de tantas faltas e cartões amarelos
Com um vermelho te expulso do meu campo.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Jogos de amor


Não quero mais jogar esse jogo
Se não ouviu repito de novo.
Não quero mais jogar esse jogo
Em que eu sou a peça e você meu dono.

Me perde, me rouba, me ganha.
Sou muito boa em matéria de artimanha,
Mas você é imune ao meu ataque
Vários tiros, nenhum baque!

Enquanto eu tento inutilmente argumentar
Você me estraçalha apenas com um olhar.
Se puder me tocar é guerra vencida
Presa nos seus braços não disputo a partida.

Sua munição nunca para de me atingir
A melhor estratégia é recuar a tudo o que pedir.
Mesmo sem me forçar alguma coisa ainda dispara
Não sei se contra ou favor de mim, sei que nunca para!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Xeque-mate


Olha bem pra mim e diz do que sinto falta?
De nada, porque o que eu quero nunca tive.
O que sinto é vontade e não falta
Não posso resistir ao que não tive.

Porque você foi a minha única referência
Não significa que tenha que cumprir uma sentença.
Já não é mais meu problema
O enredo desse esquema.

Não sou mais a doce e inocente menina
Curve-se rei diante da Rainha.
Pode até tentar se proteger ou me ferir
Contudo será inútil me atingir.

Vá e não olhe pra trás para me ver chorar
Porque nem uma lágrima sequer vou derramar.
Eu sei, não vou mais te ver
Mas quem perdeu foi você.

Olha bem pra mim e diz do que sinto falta?
De nada, porque o que eu quero nunca tive.
O que sinto é vontade e não falta
Mereço ter a felicidade que nunca tive.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Meu silêncio


Eu não esqueci seu nome,
Apenas não sei mais como dizê-lo.
Os sonhos não são mais razão suficiente
Faço que não existe já que não posso tê-lo.

One, two, three, four, five.
As letras dançam sob meu olhar.
Five, four, three, two, one
Junto todas as cinco e quase chego a pronunciar.

Ninguém vai me ouvir
Te chamo então, só no silêncio.

Ouço lhe chamarem
E não é você.
Leio seu nome numa lista
e não é sobre você.

A, B, C, D
Só te queria por uma vez
D, C, B, A
Como numa cena de filme inglês.

Acho que vou enlouquecer,
por te chamar só no silêncio.

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