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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Por um fio


Saudade a ponto de se estancar pela dor
Intensidade findando-se em si mesma por amor...!!!

E eu redescubro o toque que seu beijo tem
E doçura de um mundo inteiro me vem...!!!

Ritmadamente pulsa de novo o peito
Amo, a cada vez, mais nosso louco jeito!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Loucura, o verbo


Eu já achava demais me sentir louca,
Pensamentos e atos que param na boca.
E o que dizer agora sobre fazer loucura?
Extravagância, imprudência, aventura?

Perder a noção do lugar
Sem pensar no que vai dar
Ser em vez de estar
Simplesmente se entregar

Já não acho a loucura tão inadmissível.
Nunca fazer uso dela é impossível,
Liberdade tem gosto quando se experimenta.
Adrenalina adoça enquanto apimenta.

terça-feira, 12 de julho de 2011

A loucura


Loucura, gosto do som que esta palavra tem,
Da amplitude que alcança quando vai e quando vem.
Seu lado doença arrasa, desnorteia o já sabido.
Lado cura renova, dá liberdade aos sentidos.

Admiro a cara que a loucura toma para si
Estampa todo mundo, há traços e respingos em mim!
Loucura é fugir da regra, hábito, senso comum
Prendem-se loucos todos os dias mesmo sendo um.

Por isso é fácil passar a linha tênue sanidade versus loucura
Médicos loucos diagnosticando as próprias usuras,
Reprovando os próprios desejos não revelados...
Tolice com peso de idéia quase sempre ignorado.

As vezes fico tentando me indentificar
Dentro dessa loucura que quero tanto zelar.
E passo mais tempo admirando o mistério
Do que levando essa busca a sério.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Breve delírio


Quando eu fechar os olhos quero te sentir aqui,
Apesar de emoções verdadeiras querer evoluir.
Já me repeti tantas vezes pra não mais imaginar
Mas enquanto se deseja é impossível parar de pensar.

Toca minha pele como se não houvesse amanhã
Minha histeria ultrapassa os berros de uma fã.
Não quero esperar por mais nada.
Te quero pela manhã até a madrugada.

Finjo que os holofotes são o seu olhar
E o vento suas mãos a me tocar.
E as sensações que tenho são reais,
As que faremos juntos excepcionais!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

À volúpia


Quero fugir de tudo o que possa desviar meu pensamento
Quero ocupá-lo contigo e nutrir meu sentimento.
Quero depositar minha energia na imaginação
Drenar todas as forças pro que dita a razão com coração

Pouparei o corpo e sobrecarregarei a cabeça
Com conjeturas tão leves e contundentes que a ambos aqueça.
Deixe o marasmo e as ilusões tomarem conta
Ao acordar verei o real frente ao sonho que o confronta.

E  a boca que eu beijar terá pouso
Ainda agora quase te alcancei, por muito pouco.
Perdi a noção do tempo e quase a da realidade
Salva-me enquanto pode dar-me saciedade.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Delírios de amor você provocou em mim...


Agora fico aqui tendo delírios de nós dois
De coisas que me repetem o tempo todo "só depois!".
Ecoa em minha mente cada palavra sua de provocação
Parece-te compensador brincar com minha excitação.

Tenho visões ébrias nos momentos mais incovenientes.
Perco os fatos, pois minha concentração apenas te sente.
Presinto os desejos que ainda nem imaginei,
Quero concretizar aquele com que sonhei.

E até lá inventarei tantas cenas lúbricas
Almejarei todas as paisagens lúdicas
Que incitem a força da imortalidade
Tão atrativa e inegável instalada em nossa realidade.

Acordo sempre num lugar desconhecido
Tentando devaneiar meu desejo enlouquecido
Acho que também gosto de me provocar
Como se eu pudesse me desafiar!

Procuro pelos dias em que me saciarei
Junto a você me aprofundarei
Nas verdades infinitas que o corpo traduzirá
Rumo à satisfação do conhecer que a alma terá.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sessão terapeutica


Eu não vejo nada, apenas meu corpo tem alucinações.
Não lembro do acontecido, mas sinto as tentações.
Meus sentidos parecem afogar-se no mar do desejo
É loucura sentir tão verdadeiramente o que não vejo.

Se fecho os olhos apenas uma sombra vaga fica desenhada
Se os abro novamente nem vestígios, só uma mente alienada
Tenho medo de perder o equilíbrio de vez
Temo ainda mais não sentir tal embriaguez.

Mas quando vou não sei se volto
Bem ou mal sempre me revolto.
E se o amor não é meu, arranco-o de mim
Mereço que essa louca confusão tenha um fim.

Não me interessam finais felizes de contos inventados
Só quero remediar meu coração magoado
Como apago esses fantasmas do meu corpo?
Respiro fundo e talvez eu nasça de novo!

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