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quinta-feira, 21 de junho de 2012
O grito
Ouça essa voz que grita
Já de longe avisa
O que está pra explodir
O clima não me deixa mentir
Alcança notas inimagináveis
Extensões quase inesgotáveis
Recupera o fôlego em seu próprio som
Das emoções tira seu impróprio tom
Aumentaram ao máximo seu volume
Expuseram-no no alto do cume
Desde então, não há vedação que cale
Este eco aborrecido por todo o vale
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Cura-te com amor
Psiu! Desabafe no meu colo.
Coloque teu coração perto do meu.
Faz-te grande com isso
A palavra também é dom que Deus deu.
Ei! Jamais pense que eu não te entendo,
Tuas fraquezas são também as minhas.
A força, a coragem podem vencer a dor.
Digo, porque há muito compreendo...
Ah! Deixa-me cuidar de ti
Se eu não for cura o levarei até a redenção.
Clamando junto a Deus por nós
Para permancermos Nele de todo o coração
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A composição
Pra desabafar cada um tem o seu jeito,
Sua poção mágica perfeita!
Um canto, uma composição
Falar de amor acho que é a melhor opção
Eu se tiver que chorar, choro um segundo.
E aí tranco-me com meus pensamentos em outro mundo
Só saio com as palavras certas escapando pelos dedos
Revelam desde minhas aventuras até meus medos.
E já não sou a mesma que compunha antes
A tranquilidade e a paz em mim estão tão gigantes
Que sorrio
E até rio, rio, rio....
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Sessão terapeutica

Eu não vejo nada, apenas meu corpo tem alucinações.
Não lembro do acontecido, mas sinto as tentações.
Meus sentidos parecem afogar-se no mar do desejo
É loucura sentir tão verdadeiramente o que não vejo.
Se fecho os olhos apenas uma sombra vaga fica desenhada
Se os abro novamente nem vestígios, só uma mente alienada
Tenho medo de perder o equilíbrio de vez
Temo ainda mais não sentir tal embriaguez.
Mas quando vou não sei se volto
Bem ou mal sempre me revolto.
E se o amor não é meu, arranco-o de mim
Mereço que essa louca confusão tenha um fim.
Não me interessam finais felizes de contos inventados
Só quero remediar meu coração magoado
Como apago esses fantasmas do meu corpo?
Respiro fundo e talvez eu nasça de novo!
Não lembro do acontecido, mas sinto as tentações.
Meus sentidos parecem afogar-se no mar do desejo
É loucura sentir tão verdadeiramente o que não vejo.
Se fecho os olhos apenas uma sombra vaga fica desenhada
Se os abro novamente nem vestígios, só uma mente alienada
Tenho medo de perder o equilíbrio de vez
Temo ainda mais não sentir tal embriaguez.
Mas quando vou não sei se volto
Bem ou mal sempre me revolto.
E se o amor não é meu, arranco-o de mim
Mereço que essa louca confusão tenha um fim.
Não me interessam finais felizes de contos inventados
Só quero remediar meu coração magoado
Como apago esses fantasmas do meu corpo?
Respiro fundo e talvez eu nasça de novo!
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