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terça-feira, 14 de junho de 2016
Versos da noite
Preciso dormir, mas as palavras me pegaram
Não param de sair, não esperam se auto declaram
Assim que se pronunciam ganham ritmo,
Não podendo deixar de serem proferidas
E as que falam de nós são minhas preferidas.
A hora já vai tarde e continuo a compor
Me perdendo nas rimas, sentindo seu sabor
Como se não houvesse amanhã
Assim como se fosse extinguir-se do dia pra noite
Dou-lhe asas, estendo-a nas linhas, faço-lhe a corte.
As palavras me fazendo companhia na sua ausência
Todas compreendem minha crise de abstinência
Assim sobrevivo sua falta
Te esperando em cada verso, nos desenhando em cada pedra
Vês quanto de nós em minha alma se encerra?
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Em outra composição
Empurrei as palavras adiando a expressão dolorosa que certamente tomariam.
Não queria lenços, lamentos e murmúrios que entre versos me dariam
-Me abstive do papel de sentir ou provocar culpa-
Estou num lugar onde a ajuda não me salva e não cabe a mim a desculpa.
O próprio universo sabe bem como compor a vitória e o revés da vida...
E numa vitrine vejo meu reflexo exposto, arranho o vidro completamente aturdida!
Estudo a tal obra de canto a canto, de risos a choros, de desesperos à aconchego...
Porém o riscado de algumas notas denunciam que à outra autoria sucedo
Assim se cumpre "faço das suas palavras às minhas próprias"
Pois as minhas mesmo se omitiram de tão impróprias!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Escrever o quê?
Há dias tento escrever
Os sentimentos esquecer
Algo sempre me retinha
Ainda estando sozinha
Nem sei bem se tenho mesmo algo a dizer
Tento de alguma forma levá-lo a me ler
Sem questionamentos
Estancando sangramentos
Muitos a mente cria
Outros o corpo vicia
Preciso me acostumar a estes infelizes momentos
Querer, mas controlar meus pensamentos
Talvez se possa pirar
Faço-me calar
Peço apenas que me leia
Se não inteira, ao menos meia
O que sinto é muito mais do que posso compartilhar
Trago sempre muito além do que me faz chorar
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Em poucos versos
O que tenho pra lhe dizer você já ouviu, já leu, já respondeu...
Porém eu não me canso de dizer, parece novo a cada letra anunciada...
Compensações que o tempo sem pensar, um dia, me prometeu!
Sem mais delongas pro que não é segredo, hoje, estou por ti ainda mais apaixonada!
sábado, 10 de dezembro de 2011
Sem palavras
O que realmente quero dizer, censuro!
As palavras não teriam o mesmo efeito com que as imagino
E quem quer que as lessem julgaria baixo, vulgar...
E não é.
Entenda que não posso romantizar, não sei.
Atenuaria a intensidade do quero expressar.
Talvez eu tema a repressão
Ou talvez eu não queira me auto-intimidar.
Fato é que não vou dizer, nem escrever...
Se o tempo permitir, farei!
E se puder testemunhar finalmente me entenderá.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Sem tema, sem versos
Hoje não sei bem do que (nem como) escrever, não.
Todos sabem o amor que se passa em meu coração!
Poderia até recitar minha vida inteira sobre as notas da perfeição,
Mas sabe, hoje não!
terça-feira, 19 de abril de 2011
Num clima de inspiração
Ligo o rádio e coloco uma música que intensifique a maresia desse amor
Deito na cama, fecho os olhos e espero a escuridão se tornar cor...
Alcanço uma caneta e um papel e deixo o próprio sentimento expressar
As tonalidades e a intensidade de si mesmo que se fazem irradiar.
Enquanto ouço a canção sinto suas mãos sobre meu corpo
E as minhas mãos ensaiam, à unha, agarrar seu dorso!
Aspiro o prazer compondo as verdades do que sinto
Alimento meu desejo e o deixa faminto!
O bem que me faz não é humano, mas o reflete.
E é lindo ver o modo como dentro de nós cresce!
Amor pra ser admirado, desejado e buscado
Que só por Deus existe e pode ser alcançado.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A composição
Pra desabafar cada um tem o seu jeito,
Sua poção mágica perfeita!
Um canto, uma composição
Falar de amor acho que é a melhor opção
Eu se tiver que chorar, choro um segundo.
E aí tranco-me com meus pensamentos em outro mundo
Só saio com as palavras certas escapando pelos dedos
Revelam desde minhas aventuras até meus medos.
E já não sou a mesma que compunha antes
A tranquilidade e a paz em mim estão tão gigantes
Que sorrio
E até rio, rio, rio....
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Marasmo e versos por fazer
É isso, estou entediada!
Talvez até mal humorada!
É pecado te querer fora de hora?
Não é culpa minha desejar-te agora...
Não consigo continuar.
Esta poesia ficará sem terminar.
Pois falta-me entusiasmo
Consumido sem dó pelo marasmo.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
O branco das palavras
sábado, 31 de julho de 2010
Intenção

Eu queria escrever uma canção pra nós,
Porém o tempo não nos deixou a sós.
Pra que o papel não fique em branco eu invento
As coisas que nesse entremeio vieram a ser meu tormento.
Algumas delas eu sonhei,
Outras acordada imaginei,
Tornei real várias das que planejamos.
Compus o ideal tão desejado que não realizamos.
Em algum lugar esse amor existiu
Houve o ponto em que ele nos traiu:
"A melodia seria mais bonita com separação".
Mas as palavras ficaram pesadas demais pra canção.
Mudei de roupa e de ritmo,
A nota ainda tem um tom cínico
Nessa busca peregrina por felicidade,
Embora verdadeira sabe que falta uma metade.
A angústia que sinto não é passível de me derrubar
Tem algo grande dentro de mim que insiste em lutar.
Apenas pela vida,
É o que estanca essa minha sangria.
Por essa canção peço que meu amor se afaste.
Parece pouco que isso baste,
Enquanto acredito estar vencendo
Dia a dia diminui meu lamento.
Componho outras coisas e, claro, sempre lembro
Às vezes dou vazão noutras ignoro o que não tenho.
Não digo que assim dê pra ser feliz
mas fico bem perto, por um triz.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Desbloquei-me

E se eu não mais compor
Por não ter seu amor?
Acostumei-me a escrever que te queria
Sem isso minha rima, talvez, seja vazia.
Não posso perpetuar o passado.
Não me aponte por nos ter cancelado.
As palavras já eram tão previsíveis
Frases sem ações são invisíveis!
Melhor fechar o recital
Deixar pra trás o que me faz mal.
Não sei se espero nova inspiração
Ou aposento essas coisas do coração!
Mais fácil anotar coisas sem sentido
Monologar o que há de errado comigo
As notas estarão nas paredes do meu quarto,
Sintetize-as até deixarem de ser um fardo!
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