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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Transcrição d'alma


Quando faltam palavras pra dizer
Meus olhos se encarregam de transcrever
A repetida novidade de te querer
A espera infinita que me faz enlouquecer.

Tento ser forte e não falar em saudade
Ao mesmo tempo que embriaga, dá-me sobriedade.
Rodeio outras campinas, mas já me faço propriedade
Dessa paixão tão bonita que inspira à tudo felicidade.

Nossos aromas já se misturam inebriamente
Sua voz me chama em seu poder entorpecente
Passado, presente, futuro se tornam inconscientes
Escravos desse desejo que não me sai da mente.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A beleza das palavras simples


Queria te deixar uma mensagem, um recado, sei lá.
Mas sabe essas horas em que por mais que tente não dá.
Tentei umas duas, três vezes redigir algo que te alcançasse
Eu buscava algo interessante que à você me levasse

Procurei as palavras e muitas encontrei
Só que todas não cabiam, desisti e apaguei.
Mais tarde optei pelas palavras mais simples, sem assunto nenhum
Somos tendênciosos a complicar o que existir de mais comum.

A pomposidade das coisas se entedia em sua forma previsível
A beleza, porém, está na simplicidade em que o sentimento se torna visível
Nada do que digo é pensado em suas reações quando vir
É que meu coração não se contenta em apenas sentir.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Sem palavras


Por que tenho escrito tão pouco?
É que meu coração já está rouco
Por gritar o amor de novo,
Pela pele ardendo como fogo.

Conheço bem o que é ilusão
Seus olhos pedem por meu coração.
Sei que não é imaginação
Corre logo os dias, pegue na minha mão.

Sempre foi antes só do que mal acompanhada,
Me diverti e nunca quis ser namorada
O caso muda quando estou apaixonada
Rezo pra ver aquela ferida fechada!

Você levantou meu astral
Pelo pesar que eu sentia foi sobrenatural.
Mas essas coisas nunca ficam dentro do normal
O amor vem e vai, mas nunca é igual.

Estou tão ansiosa pra que tudo fique bem
Afinal, quero ser feliz também
Que brote amor no campo dos que não o tem
Acredite que cedo ou tarde ele sempre vem.

Nessa excitação é dificil compor
O tempo de inspiração sempre é maior pra dor
Não há palavra exata que descreva o amor
Nem mesmo é passível compará-lo com o desabrochar de uma flor.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Das palavras à voz


Sou romântica na palavra escrita.
Luxuriosa na palavra dita.
Tento desesperadamente me fazer entender,
Mas te enlouqueço antes de conseguir dizer.

Não me cobre por frases apaixonadas.
Meu cinema é mudo, sem falas decoradas.
Minha oratória não transcende à expressão
Que se retem ao alcance apenas da visão.

Até eu me interpreto mal
És o único a compreender o meu sinal
Ainda que em partes,
O suficiente para que, mesmo no escuro, me aches.

sábado, 22 de maio de 2010

Quase no livro seguinte


Eu preciso escrever tudo
O que se passa no meu mundo
Para que o mesmo, minha razão de viver
Aos poucos possa desaparecer.

Encontrarei outro deus pra mim
Algum que acredite que não existe fim
Talvez aquele que me esperou passar
Só para poder me cumprimentar.

Ou aquele outro que rodou a cidade
Pra saber se minha existência é realidade!
Pode ser aquele que nunca me esqueceu
E ainda deseja estar num sonho meu.

Conforme escrevo o que senti por ti
As lembranças ficam vagas quanto ao que vivi.
Chego nas últimas páginas, quase transparente.
Tomo o livro em branco e sigo em frente.

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