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domingo, 1 de agosto de 2010

Coleção de máscaras


Desculpa, mas eu não posso acreditar
Nunca amei antes e seria impossível me enganar,
Por isso, sei a diferença entre o raso e o fundo.
E o nosso amor era maior que o mundo!

Oh! Como é pesado dizer isso no passado
Mas ao menos a loucura tenho controlado
Meus dias até que são bem normais
24 horas, sol e chuva, quase sempre iguais.

Tinhas razão eu era dura de coração
Fria, incapaz de expressar qualquer emoção.
Agora já sei como é sentir saudade
Um pouco na tristeza, mas muito mais na felicidade.

As dificuldades enfrento sem problema
Mas não dividir as coisas boas é um dilema
A alegria se multiplica assim
De um para o outro passa a não ter fim.

Antes de sair tenho que escolher uma cara
Alguma que esconda muito bem minha tara
Embutida na frustração que sinto
De uma embriaguez sem vinho tinto

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Confissão espontânea


Hoje estou num daqueles dias
Em que se eu pudesse tudo dirias
À respeito de ti, de mim, de nós
Nada impede minha voz

À quem quero dizer, onde está?
Se ouvir, o que fará?
Nada ou algo extraordinário?
Do tipo alguma coisa ou fora de cenário?

É um tempo raro onde me faço entender
Volte-se para o que tenho a dizer,
Pois desde que fez-se a mim pertencer
Trata-se de mim e você.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Das palavras à voz


Sou romântica na palavra escrita.
Luxuriosa na palavra dita.
Tento desesperadamente me fazer entender,
Mas te enlouqueço antes de conseguir dizer.

Não me cobre por frases apaixonadas.
Meu cinema é mudo, sem falas decoradas.
Minha oratória não transcende à expressão
Que se retem ao alcance apenas da visão.

Até eu me interpreto mal
És o único a compreender o meu sinal
Ainda que em partes,
O suficiente para que, mesmo no escuro, me aches.

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