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sábado, 28 de agosto de 2010

Conclusão da realidade


Não rolou aquilo em que eu acreditava
Mal eu sabia que era apenas o que eu desejava.
Minha libertação ainda estava por vir
Aquela fase foi só presságio do que eu poderia sentir.

E hoje dá pra ver a diferença
A satisfação total sem ares de doença
O amor é muito mais racional do que aparenta
Viabiliza o contentamento do outro ao que seu ser inventa.

E nesse caso esperar não é martírio
A distância nunca se efetiva, o que é um alívio.
Palavras, jogadas no vento, de saudade
Sentimentos sendo trocados pela verdade.

sábado, 24 de julho de 2010

De rabo àcabo, a dor


É chegada a hora de mudar de tema
Que seja esperança e luta meu dilema.
Vou cair no meio do caminho e quase desistir.
Quando tudo estiver difícil tornarei a insistir.

Costumo dizer que desistir eu não sei
Entendo que ao me reter me calei
Mas a vida ainda é minha e ninguém me tira
Nem mesmo eu, nem minha insistente mentira.

Ninguém morre de simples amor
Invocar a morte tem um distinto sabor
A dor é uma hipérbole por isso não vinga
Em todo caso é pra ser sentida até a restinga.

Não irei embora sem ter o que é meu
O destino a mim pertence, não quero o seu.
Como um ateu posso encarar a dor
Mas se ainda vivo é por meu próprio amor.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Retifico


Leram-me e julgaram-me por demais infeliz,
Mas meus versos compõe o que está por um triz.
Parecem até a única essência que emano,
Porém é o ínfimo de mim se transformando
Em algo tão grande de tão pequeno
Trazendo ao meu rosto um tom mais sereno.

A natureza destrói o desnecessário brotando.
Eu acalmo meu coração em preces versando.
Assim o feio se torna bonito e o velho fica novo
Admiro a estética da tristeza escrevendo um pouco
Da suas razões distorcidas, do seu louco desespero
Por fim da esperança e da distinção do medo.

Talvez tais palavras não justifiquem o que vanglorio
Externo o agora seja qual for meu senhorio
Cinco, quinze minutos de sentimentos intensos
Que me domam ao ponto que te convenço
Expondo com virtude em resoluções exageradas
O que morre em mim sem que eu esteja preparada.

Silvana Marmo e à quem tenha se preocupado.

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