terça-feira, 7 de agosto de 2012

Cemitério de tristezas


Andam garimpando meu terreno de derrotas
Como num quadro reflito minhas naturezas  mortas
Fui até onde achei certo
E o sucesso só passou por perto!

Me apertando em gritos ferozes...
Me sucubindo à atos atrozes...

As novas desenterram velhas frustrações
Ressuscitam tristeza e desilusões
Renascem já mortas, nem saem do caixão
Desaparecendo assim que meus olhos se fecham.

Um comentário:

  1. Michele, simplesmente um dos mais deliciosos poemas que li nas últimas semanas. Não sou muito de comentários, mas não pude me abster deste.
    Um forte abraço

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