
Deixa-me balançar nos braços da vida,
Entoar a canção mil vezes repetida,
Sentir no rosto o vento da ressurreição:
Renascimento espontâneo de um coração.
Deixa a brisa alimentar o fogo
E a tempestade forte cair de novo,
O calor e o frio arando meu corpo:
Plantação de sentimentos crescendo aos poucos.
Deixa-me desfazer no tempo
Desaparecerei apenas por um momento
Até que seus olhos se acostumem ao milagre
De ver partes de mim em todos os lugares.