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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Malograr até que seja


Desculpa não satisfazer cada linha do seu desejo.
Não sei dar passos que depois de um tempo param.
Vontade não me falta e bem te apercebo,
Pede-me o que meu corpo e minha alma já imaginaram

No momento em que a razão diz adeus
Minhas próprias idéias me limitam.
A loucura regride arranhando os passos seus,
Consome-se em si, criando imagens que instigam.

Você tem me dado o melhor
E por isso sinto-me ingrata.
Omitir não é o pior,
Por favor, espere até que eu seja libertada!

Te quero inteiro, sem barreiras ou encanações,
Deitar no seu abraço totalmente consciente.
Conspire no tempo a favor dessas intenções
Antes mesmo de chegar alta temperatura já se sente.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Extra! Extra!


Eu queria te contar as coisas boas depois de você.
Sei que ficaria feliz por mim quando viesse a saber.
Posso até ver seu orgulho:
Nota dez para meu mergulho

Na vida que você me ajudou a reencontrar,
Na esperança que me ensinou a aceitar,
Na fé que reacendeu em mim,
Na sabedoria de discernir entre não e sim.

Desculpa-me pelo meu modo torto de amar
Até te conhecer não sabia que isso era se auto-respeitar.
Amei meu desejo acima de quem eu era.
Te amei também, mas desejo não espera

Decirdirmos o que está certo,
Defeitos deixarem de ser secretos,
Medirmos consequências,
Ou agregar, à própria vontade, inteligência.

E tenho tanto pra te contar sobre depois de você.
Sei que ficaria feliz por mim quando viesse a saber.
Mas talvez você nem me reconheça
Por mais menina que eu ainda me pareça!

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